O escritor e poeta americano Herman Melville acertou, ainda no século XIX, ao reconhecer que “não há qualidade neste mundo que não existe apenas pelo contraste”. O autor quis dizer, na verdade, o que esclareceu logo depois: “nada existe em si mesmo”. Melville poderia ter acrescentado que onde há vida, há contraste. O contraste depende da forma para existir, mas é inegável que somos todos feitos de contrastes.
