Nós, por nós mesmos

10 07 2010

Nós. Apesar das diferenças de personalidades, da diversidade de cursos e da divergência de opiniões, nos vemos ligados por uma mesma paixão, um mesmo amor, nos entrelaçamos no fascínio pela fotografia. Unidos pelo prazer de admirar essa arte, guiados pela motivação de desvendar seus mistérios, juntos pela excitação do desconhecido.

Tunísia Cores

Tunísia Cores





Luz e Sombra

6 07 2010
Gilberto Rios

Gilberto Rios

A luz em todas as suas gamas, todos as suas freqüências às vezes se cansa e vira sombra. Sombra e água fresca, um descanso pra coitadinha.

Afinal, não faz bem a saúde andar a uma velocidade de  300.000km/s, hein?





Contrastes

6 07 2010
Eduardo Coutinho

Eduardo Coutinho

O escritor e poeta americano Herman Melville acertou, ainda no século XIX, ao reconhecer que “não há qualidade neste mundo que não existe apenas pelo contraste”. O autor quis dizer, na verdade, o que esclareceu logo depois: “nada existe em si mesmo”. Melville poderia ter acrescentado que onde há vida, há contraste. O contraste depende da forma para existir, mas é inegável que somos todos feitos de contrastes.





Metais

6 07 2010

O metal está dentro e fora. Prendendo. Segurando. Soltando.
Construindo. Formando e destruindo. Arrumando e quebrando.
O metal pode ser liga, ele liga e desliga. Metal é chave, que abre caminhos. Mas também os acorrenta.

Tais Santana

Tais Santana





Idéias de Teto e de Chão

6 07 2010

Henrique Duarte

“Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.”

Com estas palavras, Henri Cartier-Bresson definiu melhor do que ninguém a arte em que era mestre, a fotografia. Muito mais que a captura imagética de um argumento, a fotografia deve comunicar algo novo, algo que unifique a razão, a visão e o sentimento.





Calçados

15 06 2010

Tayse Argôlo

Para onde os seus pés vão te levar?

Aonde pretendes chegar com eles!

Chegará sem eles?

Chegará?





Vícios e Manias

11 06 2010
Amana Dultra

Amana Dultra

O vício é o hábito inadiável,

o prazer transformado em obrigação.

A mania é a programação para as entrelinhas do tempo.





Obras

10 06 2010

Homem-concreto

A obra repica, repica, repica, engendra, perfura, dobra a esquina, arranha o céu, pula o muro, sombreia, contrasta, urbaniza, verticaliza, superfatura, corrompe, irrompe, desaba, implode, estronda, emprega, subemprega, desemprega, explora, concretiza-se, dilacera-se em portas e janelas, vidra, incinera, cerra, solda, corta-cola,  atrasa o salário, especula o imóvel, não se move, circuita água-luz-e-telefone, estala, trepida, reforma, deforma, decepa, invalida, opera o trator, martela, prega, gira a betoneira, (…)

Amana Dultra

Amana Dultra





Artes no Corpo

10 06 2010
Lúcia Neco

Lúcia Neco

No mundo universitário, a diversidade de opiniões, pensamentos e posicionamentos é vital para que ocorra o debate necessário em busca de conclusões e respostas para o objeto deste: o universo. E é no cultural e imenso universo do campus que se encontram as mais variadas manifestações e afirmações de identidade, vindas de todos, de cada um, singularmente, ao seu estilo, resultando numa pluralidade artística que se expande por mente, alma e o tangível corpo.





Caminhos

10 06 2010
Natalia Reis

Natalia Reis

Estreitos, largos, curtos, longos, inacabáveis. Quando nasceram, os caminhos foram condenados a nunca ser destino, mas sempre caminhos. O caminho é passageiro, é a passagem: ou se está mais perto de onde veio, mais próximo de onde vai ou exatamente no meio do caminho. O caminho é como,  nunca onde; é o meio, nunca o fim. Ainda que pare no caminho, você não estará em lugar algum.








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